Que o processo de produção, na esmagadora maioria das vezes, deixou de ser artesanal mara se tornar mecânica não é novidade. As máquinas garantiram com sucesso sua presença no cotidiano humano, inclusive em atividades de criação. Na última aula nós, estudantes de arquitetura, conhecemos o conceito de Fabricação Digital e Prototipagem Rápida. Tais métodos, protagonizados por computadores, permite aos arquitetos (e outros profissionais) um enorme ganho de tempo e ferramentas para aumentar a qualidade visual e técnica do trabalho. É, portanto, um excelente mecanismo. Entretanto, corre-se o risco de que esses profissionais percam a vivência física no processo de criação, que é muito mais explorada quando o projeto é trabalhado manualmente.
Outro conceito bastante interessante que conhecemos foi o de Parametrização. Os programas usados na fabricação digital permitem modificar os parâmetros da forma com apenas alguns comandos. Os arquitetos possuem, portanto, grande liberdade no ato de criar, por usar um método de produção paramétrico. O desafio em questão é fazer com que a parametrização deixe de ser exclusividade do autor para fazer parte da obra, permitindo que os usuários possuam também essa experiência de liberdade.
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